PAIXÃO QUE NEM O TEMPO (O)FUSCA
- Rodrigo Vargas

- 20 de jan.
- 1 min de leitura

Em um mundo onde tendências vêm e vão, poucas paixões resistem ao tempo com tanta força quanto o carinho dos brasileiros pelo Fusca. No dia 20 de janeiro, celebramos o Dia Nacional do Fusca, um modelo que deixou de ser apenas um carro para se tornar um verdadeiro ícone cultural.
O Fusca começou a ser produzido na Alemanha em 1938, mas foi em solo brasileiro que ele ganhou alma. A produção nacional começou em 1959, na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, e rapidamente o “besouro” caiu nas graças da população. Simples, robusto e carismático, o Fusca atravessou gerações, rodou por todos os cantos do país e se fez presente em milhões de histórias.
De carro popular a item de colecionador, o modelo conquistou motoristas de todos os perfis. E mesmo depois de sair de linha — pela primeira vez em 1986, depois retornando brevemente na década de 90 — ele nunca deixou as ruas nem o coração dos brasileiros.
Mais do que um automóvel, o Fusca representa um tempo em que as coisas pareciam mais simples, mais próximas, mais humanas. Talvez seja por isso que, mesmo com tantos avanços tecnológicos, ainda nos emocionamos ao vê-lo passar — ou ao lembrarmos dos momentos que vivemos com ele.
Como toda boa história, a do Fusca também teve seu capítulo final. Mas foi uma despedida à altura de sua grandeza. A Volkswagen produziu um vídeo que é puro sentimento — uma homenagem que mistura memória, afeto e despedida.
Assista aqui:
Porque o tempo pode passar… mas algumas paixões, o tempo não (o)fusca.














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