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RELAÇÕES DE SIMBIOSE NO TRÂNSITO



Recentemente, as lembranças do Facebook me alertaram sobre uma frase do meu primeiro livro que havia compartilhado há alguns anos:

O carro só pode ser bem compreendido à luz de uma razão simbólica, porque é investido dos valores da civilização dos “homens de quatro rodas”

Quase que imediatamente a imagem de um ser hibridizado com rodas no lugar dos pés me invadiu a mente. Recorri ao Google na esperança de encontrar alguma imagem que se assemelhasse com aquilo. Após uma breve busca sem sucesso, percebi que aquela seria uma missão quase impossível. Quando me contentei com imagens próximas, encontrei algumas opções de pessoas com meio corpo para fora de tetos solares, como que Centauros com metade do corpo humano e a outra não apenas um, mas centenas de cavalos (de HP).


Minha ideia inicial era utilizar a imagem para produzir um Card de divulgação do livro. Durante a confecção, no entanto, enquanto pensava em um texto adequado ao trecho citado, minha mente foi invadida pela expressão SIMBIOSE. Logo, pensei: por que não escrever a respeito disso? Para quem, assim como eu, já está há alguns anos longe da sala de aula (pelo menos na condição de aluno) e, por isso, já não restaram muitas memórias das aulas de Biologia, vão aí algumas dicas: Simbiose é uma relação de longo prazo entre duas espécies em que uma ou ambas se beneficiam de alguma forma. Nessa troca, um dos seres pode ser prejudicado ou não.


Antes de me ater aos seus diferentes tipos, é importante saber que a simbiose pode ser obrigatória ou facultativa. Quando um ou ambos os seres dependem totalmente do outro para a sobrevivência, seja para buscar pão na padaria da esquina, seja para se deslocar até o trabalho (porque as linhas de ônibus existentes não passam nem perto da sua casa) é obrigatória; já quando eles conseguem viver de maneira independente, ou seja têm a possibilidade de utilizarem outras alternativas como carona, bicicleta ou até mesmo caminhar, é facultativa.



As interações simbióticas entre os seres podem ser classificadas em três tipos:

  • Mutualismo: Esse tipo de relação se caracteriza pela interação de seres de diferentes espécies, na qual todos se beneficiam da ligação, que pode ser quando o simbionte abastece o hospedeiro e esse, por sua vez, fornece transporte até o próximo posto de combustível, por exemplo.


  • Comensalismo: Nesse tipo de relação simbiótica, seres de espécies diferentes se relacionam por um longo prazo. A interação acontece normalmente entre um hospedeiro maior, também chamado de anfitrião, e um comensal menor, em que o primeiro não sofre alterações, enquanto o segundo pode passar por uma grande adaptação morfológica, beneficiando-se da associação pela obtenção de nutrientes ou locomoção. É importante entender que o hospedeiro não se beneficia da associação, mas também não é prejudicado por ela. Um ótimo exemplo de comensalismo é quando o simbionte é "transportado" de 8 à 14 horas por dia e se alimenta dos restos que sobram após o abastecimento de seu hospedeiro.


  • Parasitismo: O parasitismo se caracteriza por uma interação entre dois seres vivos em que um se beneficia (parasita) e o outro (o hospedeiro) é prejudicado. Muito comum quando alguns tipos de parasitas se instalam no interior das paredes de cavidades chamadas de garagens, e ficam algumas semanas (podendo em alguns casos chegar a meses) pela espera de peças ou alguma manutenção que, geralmente, seu hospedeiro não tem condições de pagar.


 

Tem interesse pelo assunto? Gostaria de ler mais textos como esse? Então adquira agora o meu livro!


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